Terça-feira, 30 de Novembro de 2010

 

Emma Watson comentou numa entrevista para a televisão americana que David Yates não ia dividir os filmes no momento em que Voldemort se apodera da Varinha das Varinhas . Ele queria que Harry Potter e os Talismãs da Morte: Parte 1 acabasse antes de Dobby morrer, mas Emma discordou desta decisão:

“Ele [David Yates] ia cortar o filme antes do Dobby morrer. E isso seria um erro porque acho que o público precisava de um momento emocional e se eles não tivessem tido aquele momento para chorar iria ficar muito, sei lá, não pareceria certo. Então ele escolheu o ponto certo.”

Anteriormente, as decisões seriam de dividir o filme com a volta de Ron ou quando o trio é raptado para a Mansão dos Malfoy. O início da segunda parte começará provavelmente no Chalé das Conchas com os planos de invadir Gringotes e começar a saber mais sobre os Talismãs da Morte.


Segunda-feira, 29 de Novembro de 2010

 

A estreia de Harry Potter e os Talimãs da Morte: Parte 1 é um sucesso mundial. Os números do segundo fim de semana do filme nos EUA foram divulgados e Talismãs da Morte 1, como esperado, permaneceu em primeiro lugar.

 

O lançamento de Harry Potter e o Príncipe Misterioso rendeu US$627 milhões em duas semanas contra US$609 de Talismãs da Morte: Parte 1. Porém, o sexto filme teve dois dias a mais em cartaz (a sua estreia foi numa quarta-feira), então, o desempenho do sétimo filme nos cinemas está consideravelmente similar ao de Príncipe Misterioso.

 

Em Portugal, Harry Potter e os Talismãs da Morte: Parte 1 manteve-se também em primeiro lugar. Foi visto neste fim de semana por 66.856 espectadores, o que faz um total de 270.170 espectadores.

 

Fonte: ICA, Oclumência

Obrigado Lóide


Sábado, 27 de Novembro de 2010

 

O renomado actor britânico Ralph Fiennes, que interpretou o personagem Voldemort em Harry Potter, revelou numa recente entrevista ao site AceShowbiz o quanto é difícil ter ter de se transformar no seu personagem, tendo tanta maquilhagem para colocar durando muito tempo para pôr e tirar.

Ralph ainda fala de algumas situações difíceis elas quais passou, tanto nos sets de filmagens, quanto nas pausas para almoços ou lanches.

"Foi muito difícil porque (...) eu não podia ter um intervalo daquela situação. Além das próteses faciais, a minha personagem ainda tinha uma carreira de dentes falsos. Quando todos tinham uma pausa para o lanche, eu não podia comer. [...] Ao menos eu podia urinar (...), eles deixaram um espaço na minha roupa para que eu pudesse fazer isso."

Além disso, em entrevista ao MTV News, Fiennes falou um pouco do perfil do personagem:

“Você tem que ter a totalidade da sua maldade em mãos. Ele é como o diabo. [...] Isso ajuda a entender quem você está a interpretar. Olha-se para o espelho, vê aquele rosto e diz ‘eu sei quem eu sou’.”

Fonte: ScarPotter


Quinta-feira, 25 de Novembro de 2010

 

Acompanhando o enorme sucesso por todos os países onde tem estreado, também em Portugal o filme «Harry Potter e os Talismãs da Morte – Parte 1», de David Yates, está a revelar-se um fenómeno de bilheteira ao somar mais de 200 mil espectadores logo na primeira semana de exibição.

 

De acordo com dados estatísticos do Instituto do Cinema e Audiovisual (ICA), o filme foi visto por 200.065 espectadores nas salas portugueses entre os dias 18 e 24 de Novembro.

 

No primeiro fim-de-semana em exibição, «Harry Potter e os Talismãs da Morte – Parte 1» entrou directamente para primeiro lugar na receita das bilheteiras e nos primeiros quatro dias (entre quinta-feira e domingo), habitualmente de maior afluência, foram contabilizados 160.316 espectadores.

 

Fonte: Sapo Cinema



 

Num dos vídeos divulgados pela Warner Bros. a actriz Emma Watson (Hermione Granger) comentou que na segunda parte de Harry Potter e os Talismãs da Morte teremos uma cena inédita que não existe no livro.

 

Emma disse que haverá um momento durante a batalha de Hogwarts em que Hermione e Ron estarão a correr pelas escadas de Hogwarts para fugir da cobra de Voldemort, a Nagini.


"Eu tive de correr para cima e para baixo pelas escadas de Hogwarts umas cem milhões de vezes. Estava com medo de rachar a minha cabeça em algum lugar. Não consigo esperar para ver o filme todo e espero que esteja realmente bom. Há uma grande cena em que o Ron e eu somos perseguidos pela Nagini."

 

Fonte: Oclumência



 

O site Omelete, em parceria com o Collider, esteve em Londres e conversou com o realizador David Yates. Na entrevista, Yates falou sobre a decisão de dividir o sétimo livro em dois filmes, sobre a desistência do 3D neste primeiro filme e a conversão de pós-produção do segundo, além do processo de actuação. Lê um excerto:

 

Falando no segundo filme, muitos fãs estão ansiosos pela Batalha de Hogwarts. Já deve ter feito o primeiro corte dessa cena. Será uma sequência de 10 minutos ou 30 minutos. Qual o tamanho dessa batalha?

"Ela é alternada com a busca de Harry pelos Horcrux. Pessoalmente, não sou um grande fã de batalhas, mas gosto destas, acho que são óptimas. Porém, estou interessado nos personagens e na história deles. Mas temos, sim, uma grande batalha, há o suficiente. Não consigo definir em tempo, mas todo o segundo acto é bem grande. Na verdade, o filme todo é bem grande. Mas sinceramente, Steve [Kloves, argumentista] não é um grande fã de batalhas, eu não sou um grande fã de batalhas, mas sou mais fã que ele, então fiz pressão por estas cenas. Steve adora personagens e as suas nuances. Eu também gosto, é claro... Mas temos batalhas."

 

Fonte: ScarPotter



 

Foi há quase dez anos que o primeiro filme de Harry Potter chegou aos cinemas.  Harry Potter e a Pedra Filosofal, a primeira adaptação ao cinema da saga de livros escrita por J. K. Rowling, teve um enorme sucesso, encontrando-se em 8º lugar no ranking dos filmes que mais arrecadaram em todo o mundo em toda a história do cinema. Realizado por Cris Colombus o filme manteve-se fiel ao livro, graças à supervisão da autora que teve de aprovar o guião elaborado por Steve Kloves. O filme  conseguiu 3 nomeações aos Óscares. Os três actores principais são escolhidos entre milhares de crianças no Reino Unido. Daniel Radcliffe (Harry Potter), Emma Watson (Hermione Granger) e Rupert Grint (Ron Weasley) começam a sua aventura no mundo do cinema.

 

O tempo passou, e no passado dia 18 de Novembro de 2010, estreou em Portugal, o 7º filme da saga Harry Potter. Um momento pelo qual todos esperavam com ansiedade e ao mesmo tempo tristeza: o "ínicio do fim".

 

Mas antes de fazermos a nossa critica ao filme, propriamente dita, convém recordamos alguns pontos acerca do livro e da produção do filme. O sétimo e último livro da saga, Harry Potter e os Talismãs da Morte, foi colocado à venda no dia 21 de Julho de 2007 à meia-noite que correspondia à data em que Harry Potter e a Pedra Filosofal, o primeiro livro da série, completava dez anos de publicação. "Deathly Hallows" (título original em inglês) quebrou um novo recorde de vendas, ao tornar-se o livro mais rapidamente vendido, com a venda de mais de onze milhões cópias nas primeiras vinte e quatro horas após o lançamento.

 

A decisão de dividir o último livro de Rowling num filme de duas partes veio a partir da proposta original de fazer isso com o Cálice de Fogo, em 2004. Talismãs da Morte foi desenvolvido passo-a-passo, e tratado como se fosse um único filme. A ideia de dividir o livro num filme de duas partes surgiu em meados de 2007, mas só entrou em séria consideração depois de o produtor David Heyman ter conversado com o argumentista Steve Kloves. Depois Heyman necessitou da aprovação de Rowling.  Aprovação concedida, Kloves começou a trabalhar no argumento da segunda parte, em Abril de 2009. A razão da divisão, segundo os produtores é que não conseguiriam fazer justiça à obra escrita por J. K. Rowling em apenas um filme.

 

No cargo de realizador manteve-se David Yates que realizou os anteriores dois filmes, e o argumento ficou a cargo de Steve kloves. Mas existiram alterações: Bruno Delbonnel, o director de fotografia do sexto filme, optou por não trabalhar neste filme, pois estava com medo de  repetir-se. Para ocupar o lugar, e para orgulho de todos nós, foi escolhido o português Eduardo Serra que já foi nomeado 2 vezes ao Óscar de Melhor Fotografia (Rapariga com Brinco de Pérola e As Asas do Amor)! Para a música, os fãs aguadavam que John Williams, compositor dos três primeiros filmes, voltasse para completar a saga. Tal não aconteceu. Alexandre Desplat, fica com o trabalho de compor a música para os dois últimos filmes.

 

A pré-produção do filme Harry Potter e os Talismãs da Morte começou no dia 26 de Janeiro de 2009, e as filmagens no dia 19 de Fevereiro do mesmo ano, no Leavesden Studios, onde os últimos seis filmes foram filmados.

 

As expectativas dos fãs são grandes.

 

Critica do Harry Potter PT

 

Em geral, a critica internacional ao filme tem sido positiva. A principal razão, pela qual alguns criticos tem dado nota negativa, está relacionada com a divisão do filme em duas partes. Os criticos referem que a divisão não foi feita por razões artisticas, mas sim  por razões económicas, comerciais, em que a produtora vai conseguir lucrar mais.

 

No entanto, para nós fãs, interessa-nos que o livro seja bem adaptado ao cinema. Isso é que é importante. Nos filmes anteriores muitas cenas foram cortadas e muitos fãs sempre criticaram esse facto. Em dois filmes certamente que estão incluídas muitas mais cenas importantes retratadas no livro.

 

Após termos visionado o filme duas vezes,na nossa opinião, Harry Potter e os Talismãs da Morte: Parte 1 é o melhor filme de toda a saga até agora!

 

E porquê?

 

Para começar é o filme mais fiel ao livro escrito por J. K. Rowling, desde A Pedra Filosofal. Quase todos os momentos importantes estão lá.

Assim como nós fomos crescendo, os filmes também foram crescendo em maturidade. Os próprios actores cresceram. De filmes para crianças chegamos  a um filme para  adolescentes e jovens adultos, em que são retratados problemas emocionais referentes às relações e o inicio da responsabilidade da idade adulta.


Não há dúvida nenhuma que este filme é o mais sombrio de toda a saga.  Para trás ficaram os jogos de Quidditch a alegria de Hogwarts, a rivalidade entre Gryffindor e Slitherin, as aulas, etc. Neste capitulo, Harry, Hermione e Ron encontram-se mais sozinhos do que nunca (momentos bem captados por Eduardo Serra- figuras isoladas são fotografadas em grandes planos, para aumentar o sentimento de solidão). Não têm ajuda de ninguém. Os seus amigos estão longe e outros morrem. Não sabem o que fazer e para onde ir.

 

A nível da representação, podemos constatar uma evolução dos três actores principais. Daniel Radcliffe está muito bem na cena em que Dobby morre, Ruper Grint na discussão com Harry e nos momentos de humor, e Emma Watson na cena em que Ron volta para junto deles, por exemplo. Contudo, muitos criticos têm falado do não aproveitamento dos actores secundários, como por exemplo Alan Rickman, mas nós sabemos que esta parte do livro está mais focada em Harry, Ron e Hermione e na sua busca pelos Horcruxes. Pelo que é normal que o filme também esteja mais focado nessas personagens. Outra personagem em destaque no filme é ... Dobby! Personagem animada por computador, mas muito amada pelos fãs. Desde a Câmara dos Segredos que Dobby não aparecia, mas neste filme protagoniza o momento mais emocional do filme. A sua morte. Uma cena bem realizada, capaz de fazer chorar todos os fãs da saga.

 

Relativamente à parte técnica do filme, nada de mal a apontar. Stuart Craig fez um excelente trabalho, como já nos tem habituado, a nível de decórs. Alexandre Desplat, compositor da banda sonora do filme, depois de todos os receios, consegue provar o valor que tem, ao criar uma fantástica banda sonora (talvez a melhor da saga)! Obliviate, Malfoy Manor, Ministry of Magic, Farewell to Dobby e The Elder Wand são as que mais se destacaram para nós. Depois disto, temos a certeza que o cargo está em boas mãos para a Parte 2.

 

O português Eduardo Serra está de parabéns, pois todos os fãs e criticos têm valorizado a fotografia do filme. Eduardo Serra consegue transpôr  a atmosfera do livro - parnóia, ideias apocalipticas e pesadelos - para o filme. Magníficas paisagens, o uso efectivo de tons escuros e claros, bons movimentos de câmara, são caracteristicas do filme. Esperamos que Eduardo Serra consiga a sua terceira nomeação ao Óscar pelo seu brilhante trabalho.

 

Os efeitos especiais e visuais, na nossa opinião são os melhores de toda a saga. Dobby parece quase real!! Muito bem renderizado! Nada a apontar!!

 

Quanto ao momento em que o filme termina, na nossa opinião ficou muito bem, pois faz-nos ficar ansiosos pela segunda parte do filme. A cena está espectacular. Voldemort frente a frente com Dumbledore, com ar de superioridade. A câmara filma a Varinha das Varinhas  e realiza aquele movimento, vemos Voldemort iluminado com a luz do luar, o reflexo na água do lago e com a música de Alexandre Desplat a acompanhar...5 estrelas!!

 

David Yates está de parabéns, uma vez que consegue trazer-nos um grande filme de Harry Potter, equilibrando as cenas mais lentas, de introspecção, com cenas de acção e de algum terror. Com isto tudo, pensamos que Harry Potter e os Talismãs da Morte: Parte 1 agradará a todos os fãs. A divisão feita até nos agradou porque prolongou o inevitável.

 

Com certeza que a saga Harry Potter será um marco na história do cinema e que nunca será esquecida!

 

 

Classificação (0 a 5 estrelas):

Realização: 5

Edição: 4

Cinematografia: 5

Música: 5

 

Classificação Final: 4,7 estrelas

 

Harry Potter PT


Quarta-feira, 24 de Novembro de 2010

 

 

O site "Cinema 2000", apresenta duas criticas de Jorge Pinto e Nuno Antunes. Estes não deram grande pontuação ao filme Harry Potter e os Talismãs da Mortte: Parte 1.

 

As criticas não são muito positivas. De uma escala de 0 a 5 estrelas, o critico de cinema Nuno Antunes classificou o filme com apenas uma estrela, enquanto que o critico Jorge Pinto deu 2 estrelas.

 

Podem ler as duas criticas, clicando aqui. Deixa-mos também um apelo para que, se quiserem votem e deixem as vossas criticas no site, uma vez que existe uma pontuação média dos espectadores que viram o filme, e que neste preciso momento dá 3 estrelas ao filme!



O site ImDb, o maior site de cinema do mundo, apresenta uma lista onde nos mostra os 250 filmes que possuem a maior média de votos dos visitantes.

 

Harry Potter e os Talismãs da Morte: Parte 1 aparece, neste momento, na 225º posição, com média de 8.0 em cerca de 25 mil votos. No entanto, o 7º filme da saga Harry Potter ainda estreou há pouco tempo (nem há uma semana), por isso pode, muito bem subir no ranking.

 

Fonte: Oclumência



 

 

 

"Também adorei este filme!!! Sem dúvida, muito mais adulto e maduro e cinematograficamente perfeito! A fotografia do português Eduardo Serra é qualquer coisa de deslumbrante e a banda sonora de Desplat é envolvente e sublime, sobretudo a peça da morte de Dobby e a primeira, "Obliviate"! Quando estava no cinema, as crianças presentes simplesmente ignoravam o filme e falavam alto e assim, o que espelha claramente o facto do filme, ao contrário dos primeiros capítulos da saga, não ser dedicado a um público muito jovem, mas sim a um grupo de adolescentes e pré-adultos que, quando foram lançadas películas como "A Pedra Filosofal" e "A Câmara dos Segredos", eram crianças inocentes que apenas pretendiam desfrutar de penas que levitavam, vassouras que voavam e cães que possuiam três cabeças ou até aranhas e serpentes gigantes. Os fãs que seguiram, devotamente, a série e que com ela cresceram - como todos nós - são agora adolescentes ou mesmo jovens adultos, que esperam muito mais da adaptação cinematográfica de uma magnífica história de amor, amizade, lealdade, justiça e luta contra as forças opressoras e tirânicas que procuram retirar a liberdade aos comuns mortais. E, de facto, David Yates conseguiu construir um filme belo, envolvente, agitado nos momentis oportunos e introduzindo uma novidade na saga - não me referindo somente à belíssima animação indescritível do Conto dos Três Irmãos -, a sensibilidade de instantes dramáticos que se estendem por paisagens deslumbrantes e inspiradoras, onde Yates nos exibe o trio principal como seres pequenos na imensidão dos espaços que a fotografia de Serra tão fielmente capta.
Este é o melhor Harry Potter até agora, com representações fenomenais e cenas marcantes. No final, toda a sala, quando assisti, estava emocionada e tocada pela morte de Dobby - cujo drama supera o presente na obra literária.
Acredito, agora, que a segunda parte será, de facto, o encerramento justo e acredito que os críticos que desprezaram a divisão da obra em duas películas, julgando tratar-se de manobra comercial, apenas não conseguem conformar-se que terão de esperar vários meses para ver a continuação, tamanha foi a sua estupefacção perante a primeira parte! Sim, creio que o final será um marco cinematográfico, pelo menos um momento fantástico e emocionante na vida de qualquer fã de Harry Potter." Tiago Magalhães



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