Quinta-feira, 25 de Novembro de 2010

 

Foi há quase dez anos que o primeiro filme de Harry Potter chegou aos cinemas.  Harry Potter e a Pedra Filosofal, a primeira adaptação ao cinema da saga de livros escrita por J. K. Rowling, teve um enorme sucesso, encontrando-se em 8º lugar no ranking dos filmes que mais arrecadaram em todo o mundo em toda a história do cinema. Realizado por Cris Colombus o filme manteve-se fiel ao livro, graças à supervisão da autora que teve de aprovar o guião elaborado por Steve Kloves. O filme  conseguiu 3 nomeações aos Óscares. Os três actores principais são escolhidos entre milhares de crianças no Reino Unido. Daniel Radcliffe (Harry Potter), Emma Watson (Hermione Granger) e Rupert Grint (Ron Weasley) começam a sua aventura no mundo do cinema.

 

O tempo passou, e no passado dia 18 de Novembro de 2010, estreou em Portugal, o 7º filme da saga Harry Potter. Um momento pelo qual todos esperavam com ansiedade e ao mesmo tempo tristeza: o "ínicio do fim".

 

Mas antes de fazermos a nossa critica ao filme, propriamente dita, convém recordamos alguns pontos acerca do livro e da produção do filme. O sétimo e último livro da saga, Harry Potter e os Talismãs da Morte, foi colocado à venda no dia 21 de Julho de 2007 à meia-noite que correspondia à data em que Harry Potter e a Pedra Filosofal, o primeiro livro da série, completava dez anos de publicação. "Deathly Hallows" (título original em inglês) quebrou um novo recorde de vendas, ao tornar-se o livro mais rapidamente vendido, com a venda de mais de onze milhões cópias nas primeiras vinte e quatro horas após o lançamento.

 

A decisão de dividir o último livro de Rowling num filme de duas partes veio a partir da proposta original de fazer isso com o Cálice de Fogo, em 2004. Talismãs da Morte foi desenvolvido passo-a-passo, e tratado como se fosse um único filme. A ideia de dividir o livro num filme de duas partes surgiu em meados de 2007, mas só entrou em séria consideração depois de o produtor David Heyman ter conversado com o argumentista Steve Kloves. Depois Heyman necessitou da aprovação de Rowling.  Aprovação concedida, Kloves começou a trabalhar no argumento da segunda parte, em Abril de 2009. A razão da divisão, segundo os produtores é que não conseguiriam fazer justiça à obra escrita por J. K. Rowling em apenas um filme.

 

No cargo de realizador manteve-se David Yates que realizou os anteriores dois filmes, e o argumento ficou a cargo de Steve kloves. Mas existiram alterações: Bruno Delbonnel, o director de fotografia do sexto filme, optou por não trabalhar neste filme, pois estava com medo de  repetir-se. Para ocupar o lugar, e para orgulho de todos nós, foi escolhido o português Eduardo Serra que já foi nomeado 2 vezes ao Óscar de Melhor Fotografia (Rapariga com Brinco de Pérola e As Asas do Amor)! Para a música, os fãs aguadavam que John Williams, compositor dos três primeiros filmes, voltasse para completar a saga. Tal não aconteceu. Alexandre Desplat, fica com o trabalho de compor a música para os dois últimos filmes.

 

A pré-produção do filme Harry Potter e os Talismãs da Morte começou no dia 26 de Janeiro de 2009, e as filmagens no dia 19 de Fevereiro do mesmo ano, no Leavesden Studios, onde os últimos seis filmes foram filmados.

 

As expectativas dos fãs são grandes.

 

Critica do Harry Potter PT

 

Em geral, a critica internacional ao filme tem sido positiva. A principal razão, pela qual alguns criticos tem dado nota negativa, está relacionada com a divisão do filme em duas partes. Os criticos referem que a divisão não foi feita por razões artisticas, mas sim  por razões económicas, comerciais, em que a produtora vai conseguir lucrar mais.

 

No entanto, para nós fãs, interessa-nos que o livro seja bem adaptado ao cinema. Isso é que é importante. Nos filmes anteriores muitas cenas foram cortadas e muitos fãs sempre criticaram esse facto. Em dois filmes certamente que estão incluídas muitas mais cenas importantes retratadas no livro.

 

Após termos visionado o filme duas vezes,na nossa opinião, Harry Potter e os Talismãs da Morte: Parte 1 é o melhor filme de toda a saga até agora!

 

E porquê?

 

Para começar é o filme mais fiel ao livro escrito por J. K. Rowling, desde A Pedra Filosofal. Quase todos os momentos importantes estão lá.

Assim como nós fomos crescendo, os filmes também foram crescendo em maturidade. Os próprios actores cresceram. De filmes para crianças chegamos  a um filme para  adolescentes e jovens adultos, em que são retratados problemas emocionais referentes às relações e o inicio da responsabilidade da idade adulta.


Não há dúvida nenhuma que este filme é o mais sombrio de toda a saga.  Para trás ficaram os jogos de Quidditch a alegria de Hogwarts, a rivalidade entre Gryffindor e Slitherin, as aulas, etc. Neste capitulo, Harry, Hermione e Ron encontram-se mais sozinhos do que nunca (momentos bem captados por Eduardo Serra- figuras isoladas são fotografadas em grandes planos, para aumentar o sentimento de solidão). Não têm ajuda de ninguém. Os seus amigos estão longe e outros morrem. Não sabem o que fazer e para onde ir.

 

A nível da representação, podemos constatar uma evolução dos três actores principais. Daniel Radcliffe está muito bem na cena em que Dobby morre, Ruper Grint na discussão com Harry e nos momentos de humor, e Emma Watson na cena em que Ron volta para junto deles, por exemplo. Contudo, muitos criticos têm falado do não aproveitamento dos actores secundários, como por exemplo Alan Rickman, mas nós sabemos que esta parte do livro está mais focada em Harry, Ron e Hermione e na sua busca pelos Horcruxes. Pelo que é normal que o filme também esteja mais focado nessas personagens. Outra personagem em destaque no filme é ... Dobby! Personagem animada por computador, mas muito amada pelos fãs. Desde a Câmara dos Segredos que Dobby não aparecia, mas neste filme protagoniza o momento mais emocional do filme. A sua morte. Uma cena bem realizada, capaz de fazer chorar todos os fãs da saga.

 

Relativamente à parte técnica do filme, nada de mal a apontar. Stuart Craig fez um excelente trabalho, como já nos tem habituado, a nível de decórs. Alexandre Desplat, compositor da banda sonora do filme, depois de todos os receios, consegue provar o valor que tem, ao criar uma fantástica banda sonora (talvez a melhor da saga)! Obliviate, Malfoy Manor, Ministry of Magic, Farewell to Dobby e The Elder Wand são as que mais se destacaram para nós. Depois disto, temos a certeza que o cargo está em boas mãos para a Parte 2.

 

O português Eduardo Serra está de parabéns, pois todos os fãs e criticos têm valorizado a fotografia do filme. Eduardo Serra consegue transpôr  a atmosfera do livro - parnóia, ideias apocalipticas e pesadelos - para o filme. Magníficas paisagens, o uso efectivo de tons escuros e claros, bons movimentos de câmara, são caracteristicas do filme. Esperamos que Eduardo Serra consiga a sua terceira nomeação ao Óscar pelo seu brilhante trabalho.

 

Os efeitos especiais e visuais, na nossa opinião são os melhores de toda a saga. Dobby parece quase real!! Muito bem renderizado! Nada a apontar!!

 

Quanto ao momento em que o filme termina, na nossa opinião ficou muito bem, pois faz-nos ficar ansiosos pela segunda parte do filme. A cena está espectacular. Voldemort frente a frente com Dumbledore, com ar de superioridade. A câmara filma a Varinha das Varinhas  e realiza aquele movimento, vemos Voldemort iluminado com a luz do luar, o reflexo na água do lago e com a música de Alexandre Desplat a acompanhar...5 estrelas!!

 

David Yates está de parabéns, uma vez que consegue trazer-nos um grande filme de Harry Potter, equilibrando as cenas mais lentas, de introspecção, com cenas de acção e de algum terror. Com isto tudo, pensamos que Harry Potter e os Talismãs da Morte: Parte 1 agradará a todos os fãs. A divisão feita até nos agradou porque prolongou o inevitável.

 

Com certeza que a saga Harry Potter será um marco na história do cinema e que nunca será esquecida!

 

 

Classificação (0 a 5 estrelas):

Realização: 5

Edição: 4

Cinematografia: 5

Música: 5

 

Classificação Final: 4,7 estrelas

 

Harry Potter PT


Terça-feira, 23 de Novembro de 2010

 

Se queres também contribuir com a tua critica, envia-nos um email para: harrypotterpt@live.com.pt ou comenta este post.

 

Criticas:

 

"Vi o filme, achei fantástico, muito melhor que o ultimo!!" Miguel teixeira

 

"Vi o filme na primeira sessão de hoje [18/11/2010]; não conseguia esperar nem mais um minuto. Achei o filme formidável; muitíssimo bem feito, com uma realização impecável e, acima de tudo, uma fotografia absolutamente deslumbrante! O Eduardo Serra está de parabéns! Não vou comentar muito mais, não quero correr o risco de deixar algum spoiler para alguém...Mas uma coisa é certa: para mim, e acredito que para os restantes na mesma situação que eu, que acompanho a série desde que tinha apenas 9 anos e muitas vezes fiz os meus pais irem comigo para as livrarias à espera que a meia-noite chegasse, já se começou a fazer sentir o vazio que o final vai trazer com ele =/" Lóide

 

"Já vi o filme duas vezes (...) e das duas vezes fiquei abismado! Por muitos trailers e vídeos que tenha visto, não estava à espera do que vi. O filme é absolutamente genial! Uma realização muito bem estruturada, uma fotografia belíssima e a melhor banda sonora da saga. Contudo o que mais me deixou impressionado foi as excelentes interpretações do trio, em especial a de Emma Watson que criou uma Hermione repleta de nuances e emoções. Longe vão os tempos do Cálice de Fogo em que a representação dela (a pior da saga) foi um aglomerado histérico. Com este filme, Emma afirma-se como actriz de excelência que é. É o primeiro filme de toda a saga em que se olha para o Daniel, o Rupert e a Emma não como crianças mas sim como jovens adultos. Este filme veio \'refrescar\' completamente a saga. Muito bom. Muito bom mesmo. Para finalizar, um aviso a todos o grandes fãs de HP: levem lenços. O filme contém três cenas particularmente emotivas: a dança de Harry e Hermione, uma sequência maravilhosa sem uma única fala que contudo poderá ser um pouco ambígua para um espectador comum (dá quase a sensação que Harry está a seduzir Hermione); a cena no cemitério em Godric\'s Hollow e por fim a cena da morte de Dobby. Se nem uma lágrima vos escorrer pelo rosto nesta última cena, então pensem duas vezes quando disserem que são fãs de Harry Potter." HMBFF

 

"(...)Os trailers tinham me deixado bastante ansioso para ver o filme. Tinha expectativas muito altas....e felizmente não fiquei desiludido (como aconteceu com o 6º filme)!
Gostava que tivessem explorado mais a parte da invasão do Ministério (duro pouco mais de 10min, se tanto). O enterro do Dobby, uma das minhas partes preferidas do livro, também foi muito simples-esperava mais.
Mas no geral gostei muito do filme e, de facto, começo a sentir um vazio. Harry Potter acompanhou-me desde pequeno. Fez-me sonhar tanto que tinha uma varinha e que o metro era atacado por Dementors...." JP

 

"(...) simplesmente adorei!
Gostei muito da banda sonora (profunda), o realizador (agora sim) fez um óptimo trabalho e as actuações do Daniel R, da Emma W. e do Rupert G. estiveram excelentes, é notório o quão eles cresceram...
O filme está muito intenso, tem um pouco de tudo e adorei ver algumas das minhas partes favoritas como foram representadas.
Como já foi referido anteriormente, a cena em casa da hermione para mim não tem palavras para descrevê-la...
Ainda não acabou e já estou com saudades... Eu cresci com o Harry Potter, e muitos de vocês provavelmente também!!" Soraia

 


Domingo, 07 de Novembro de 2010

 

O elenco, a equipa de filmagens e alguns convidados participaram hoje de manhã numa sessão especial onde visionaram o filme Harry Potter e os Talismãs da Morte: Parte 1, que chega aos cinemas dia 18 de Novembro.

 

As pessoas presentes não poderam fazer nenhuma crítica ao filme, mas adiantaram em algumas palavras que o filme está: “excelente”, “100 vezes melhor que o antecessor”, “brilhante”, “muito bom”, “completamente brilhante”, entre outros adjectivos, na sua maioria, positivos.

 

Entre os que comentaram estão Chris Rankin, Stephen Fry e James Phelps. Vamos esperar para ler alguma critica ao filme, mas oficialmente, só poderão ser divulgadas na próxima quinta-feira, quando eles serão autorizados a tal.

 

Obrigado Oclumência!


Sexta-feira, 29 de Outubro de 2010

 

Surgiu ontem na internet uma critica ao trabalho de Alexandre Desplat em Harry Potter e os Talismãs da Morte. Podem ler aqui no Harry Potter PT a conclusão a que Jonathan Broxton da Movie Music UK chegou após ouvir o trabalho de Desplat:

 

"(...) Então, dou a Alexandre Desplat outra pontuação de cinco estrelas, que eu não tenho dúvidas, que irá levar alguns leitores a acusar-me de parcialidade, ou de previsibilidade, ou qualquer termo pejorativo a atravessar nas suas mentes.

Eu não faço segredo do facto que acredito, honestamente, que Desplat seja a mais emocionante voz musical a emergir na música para filmes desde a viragem do milénio, e para mim Harry Potter e os Talismãs da Morte: Parte I só reforça essa tese. Independentemente de quaisquer reclamações sobre a consistência temática com outros filmes da série, ou a falta de um tema de destaque principal deste trabalho, eu sinto honestamente que esta música é uma das maiores conquistas de Desplat, e destaca tudo o que adoro no seu trabalho: as texturas da orquestra, o intricado uso de instrumentos inesperados em cenários inesperados, a clareza cristalina das suas orquestrações. Mas o que esta música tem sobre os outros no seu cânone é a emoção: desembaraçada, de coração na manga, que abraça as trevas da história e corre com ela, emocionando o ouvinte com uma acção poderosa e forçando o ouvinte a sentir a dor de Harry com igual habilidade.

Para mim, esta é sem dúvida uma das melhores bandas sonoras de 2010, e espero por detrás da esperança de que os serviços de Desplat serão mantidos em Harry Potter e os Talismãs da Morte: Parte II no próximo Verão."

Classificação: *****

 

Se quiserem ler a critica completa em Inglês cliquem aqui!


Segunda-feira, 27 de Julho de 2009

Para quem não viu o filme e ainda está indeciso vejam estes dois pequenos clips promocionais :D

 

 

 


Sábado, 18 de Julho de 2009

Aqui está a crítica do Harry Potter PT do filme Harry Potter e o Príncipe Misterioso, que teve a oportunidade de ver o filme ontem à noite. 

Para começar, houve uma evolução da realização por parte do David Yates do 5º filme para este filme.

A fotografia de Bruno Delbonnel está excelente e esperamos que o português Eduardo Serra não desiluda nos dois ultimos filmes. Quanto às interpretações todos melhoraram, mas Jim Broadbent (Professor Slugorn) destaca-se no filme como uma das melhores interpretações.
Os efeitos especiais também estão excelentes tal como a banda sonora de Nicholas Hooper. Talvez, o filme tenha algumas cenas que poderiam ser cortadas, como a destruição da ponte Millenium no ínicio no filme e assim poderiam ter dado mais enfase (para além do que deram) do sofrimento de Dumbledore na cena da caverna . Achamos que que foi muito rápido e que poderiam ter acrescentado a cena do funeral. A duração do filme, para quem gosta de Harry Potter, nunca é demais. O filme Titanic teve 3 horas e meia e foi um sucesso. Alguns fãs poderão estar desiludidos por não conter tudo que o livro tem, mas temos de ser realistas quanto ao facto de um filme de algumas horas não poder abarcar tudo. Já por isso o próximo filme vai ser dividido em dois (por isso será melhor para os fãs e, claro, para a Warner Bros. $$$ :D)
Para nós assistir a este filme não foi uma desilusão, saimos do cinema satisfeitos com o que vimos, pois está muito superior ao da Ordem da Fénix. Se quiseremos dizer em termos de classificação, dá-mos 4,5 em 5 estrelas (queremos dar 5 a Talismãs da Morte :D).

Para aqueles que são fãs de Harry Potter, não percam a oportunidade de ver o filme no cinema, mesmo aqueles que não o sejam.

 

De seguida estão comentários dos nossos visitantes que quiseram contribuir com a sua opinião. Obrigado a todos!

  • ric: ola de novo, aki digo melhor o que achei :P : esta excelente, pode ter alguns cortes do livro mas acho que o essencial esta la( embora pudiam ter posto mais cenas numa parte). Gostei de focarem mais nos amores que andam no horizonte, e dos incriveis grandes laços de amizade entre o trio principal, como eu costumo dizer : a cada filme novv, esta saga torna.se das melhores :Pja li o livro a 3 anos, e esperei por esta adaptaçao ate ontem, e nao fiquei desapontado :). "Porque e que sempre que acontece algo, voces os 3 estao em cima do acontecimento? by Professor Macgonagal , Acredite Professora, à 6 anos que me pergunto o mesmo , by Ron// adorei esta linha no filme
  • Filipa: Gostei muito do filme, n sei explicar porque gostei mas gostei --' xD , acho q fiquei um pouco desiludida com o final mas mesmo assim adorei :D
  • Phiills: SIMPLESMENTE ADOREI! O novo filme da saga Harry Potter: Harry Potter e o Principe Misterioso está muito bem conseguido pelo menos na minha opinião. Existe muito humor como na cena em que o Ron se mete entre o Harry e a Ginny ou quando a MacGonagal ou la como se escreve :$ pergunta porque é q sempre q ha confusao eles estao la metidos o Ron diz que é o que ele se pergunta ha 6 anos. E depois existe momentos de "terror" como a parte em que o Harry é levado pelos inferi, eu pelo menos assustei-me q até dei um salto da cadeira do cinema. A cena em que o Dumbledore morre e seguintes cenas imaginei-as com mais drama e fiquei triste pelo facto de n terem feito o funeral do Dumbledore pois foi uma coisa que imaginei muito. Mas parabens ao David Yates, ao Daniel Radcliffe, a Emma Watson, ao Rupert Grint e a toda a equipa e elenco. O filme está fantástico e realmente valeu a pena a espera. Acho que a actriz que faz de Bellatrix fa-la tao bem *.* . Agora aguardo com espectativa o próximo filme pois acho q vai ser o que vai "arrebentar" com tudo mesmo.
  • Mika: gente eu foi ver hoje o filme...e ele está mesmo bom.. eu já li o livro há algum (muito muito mesmo muito) tempo por isso ja nao me lembro de certos pormenores. Mas está fantastico. Ri-me durante todo o filme...mesmo no final claro. Aconselho a todos nao perderem mais tempo e irem ver logo que possivel...
  • Cláudia: Fui hoje ver o filme e fiquei muito desiludida. Não vou dizer que é por causa das alterações da história, pois isso já se sabe que vai acontecer, mas sim devido ao facto de o filme ser demasiado parado, e a informação que é passada não é a essencial para a história em si! Existe uma maior preocupação em mostrar relacionamentos que surgem sabe lá Deus como do que explicar a história de Tom Riddle, por exemplo, ou com o livro do principe misterioso, cuja referência só aparece quando o livro surge e no final, sem ser explicada a origem do termo. Achei que existiam demasiados diálogos incoerentes, o que, na minha opinião só ajudou a afundar o filme. Os pontos positivos do filme são, sem dúvida alguma, a fotografia e os efeitos especiais, que conseguiram quebrar a monotonia.
  • Filipe: Acabei de ver o Filme! Sem duvida, dos melhores da saga, mas como sempre digo, não há como o primeiro. Algo que me desiludiu profundamente foi o facto de terem cortado a cena dos ministros, e digo isto pois adoro a interacçao entre o mundo dos muggles e dos feiticeiros...Obviamente que os efeitos especiais primam pela excelencia e que, todos este tempo de espera valeu a pena. Agora, resta-nos ler mais umas 20 vezes o ultimo livro e esperarmos pela primeira parte de "Harry potter e os talismâs da Morte".. DRACO DORMIENS NUNQUAM TITILLANDUS
  • Anónimo: Assisti ao filme e fiquei francamente desiludida! O 6º livro da saga tinha é dos meus preferidos e acho que os dois ultimos livros estao tao interligados que espero que para o proximo filme sejam explicadas muitas coisas que considero deveras importantes... Desde sempre que estamos habituados a que as historias no filme sejam ligeiramente diferentes da do livro,mas ate agora penso que tinham conseguido atingir as partes importantes da historia. Pralem do inicio ter sido horrivelmente rapido e sem a consistencia a que nos habituaram os anteriores filmes do Harry Potter, houveram demasiadas partes em falta demasiado importantes, tais como as memorias sobre o tom riddle e a significancia que tinha o livro do principe meio sangue. Fiquei com pena ainda de nao terem posto a primeira parte com ambos os ministros, nao terem colocado a final de quidditch,nao terem explorado um pouco mais a relaçao ginny/harry; achei que podia ter sido dada maior relevancia as suspeitas do harry acerca do draco malfoy se nao tivessem alterado a forma como o ultimo tinha tado na b&b, nao percebi tambem porque alteraram o facto de no filme ser a luna a encontrar o harry no comboio, etc etc entre outros.. mas pronto; a parte em que os devoradores da morte conseguem entrar na escola tambem foi bastante pobre, nem sequer tendo havido luta entre professores, devoradores da morte, aurors, etc...
    Ha muita coisa em falta neste ultimo filme, e espero que com 2 filmes para o ultimo livro, haja uma melhor alusao da historia de forma a que quem nao leia os livros fique com a prespectiva certa do que realmente a escritora escreveu, e que para quem os le nao fique desiludido.

Terça-feira, 14 de Julho de 2009

L’Osservatore Romano, jornal oficial do Vaticano, divulgou hoje a sua aprovação de Harry Potter e o Príncipe Misterioso, sexto filme da saga Harry Potter, e também a sua crítica a cerca do filme. O AP reportou hoje que o jornal disse que essa é a melhor adaptação dos livros da série de J.K. Rowling, dizendo que o Príncipe Misterioso traz claramente ”o velho debate entre o bem e o mal“, e tornou as estrelas mais credibilizadas para a audiência em geral.

Embora refira Rowling por omitir qualquer explícita “referência ao transcedente” nos seus livros, o jornal diz que no último livro fica bem claro que o bem sempre deve superar o mal, nem que para isso sejam precisos custos e sacríficios. “Além disso, a busca de Voldemort pela imortalidade é estigmatizada”.

 

Obrigado Oclumência!


Domingo, 12 de Julho de 2009

A  revista brasileira Veja, divulgará na sua nova edição semanal que começará a ser vendida hoje, a sua crítica referente ao sexto filme da série Potter, Harry Potter e o Príncipe Misterioso. A crítica é extremamente positiva, e destaca o facto de, pela primeira vez, um filme da série conseguir deixar de ser apenas diversão para ser tornar um verdadeiro cinema.

 

Por Isabela Boscov

"Depois de sete livros e cinco filmes, é desculpável que se tenha a sensação de que tudo o que se poderia dizer sobre Harry Potter já foi dito. E mais de uma vez, eis então, que algo inesperado acontece: com apenas alguns ajustes, Harry Potter e o Príncipe Misterioso (...), consegue fazer com que algo tão familiar soe novo, diferente e mais instigante do que em qualquer das aventuras anteriores – em filme ou em livro. O sexto episódio da série é aquele em que Alvus Dumbledore (Michael Gambon), director da escola de Hogwarts, obrigará Harry (Daniel Radcliffe) a mergulhar nas várias memórias sobre o vilão Voldemort que, no decorrer de anos, ele coleccionou em frascos cristalinos. As lembranças, porém, não são nada menos que turvas: elas mostram como Voldemort, mesmo quando ainda se chamava Tom Riddle e era um rapaz órfão e desprezado, já emitia sinais inequívocos de ameaça – que o próprio Dumbledore subestimou. E revelam também que, já poderoso, Voldemort encontrou uma maneira indescritivelmente depravada de se preservar da morte. O impulso da história, portanto, é funebre e incómodo. E são essas as características que David Yates, em uma evolução inqualificável desde o episódio anterior, que também dirigiu, trata de acentuar, até que elas contagiem também os momentos ligeiros do enredo – momentos de calmaria nos quais a desordem nunca demora a intrometer-se .

O surpreendente no efeito obtido por Yates é a simplicidade dos meios que ele utilizou: primeiro, uma paleta de cores fechada, que privilegia o chumbo e torna os tons vivos, quando aparecem, dramáticos e cheios de prenúncios; uma limpeza nos sets, para fazer da escola de bruxos Hogwarts um ambiente medieval e austero; depois, enquadramentos muito profundos, que, por colocarem boa distância entre o primeiro e o último planos, sugerem que há coisas que não se podem discernir nem desvendar; e, por fim, a ênfase no rosto dos actores. Em especial dos bons actores, como o irlandês Gambon, um intérprete magnífico, que enche Dumbledore de gravidade, e o inglês Jim Broadbent. O papel de Broadbent, o do professor Horácio Slughorn, é um desses que imploram para que um erro seja cometido: Slughorn é fútil, deslumbrado e tem um fraco por alunos que desfrutem algum tipo de celebridade – como Harry. No livro de J.K. Rowling, ele é retratado da forma fácil, como uma figura ridícula. O actor e o director, porém, avançam ao fazer dele um homem trágico – são as almas simples e vulneráveis como Slughorn que o mal vampiriza e das quais se alimenta para persistir.

David Yates já está filmando o último episódio de Harry Potter (que, por ser muito longo, será dividido em duas partes). Se prosseguir nesse aperfeiçoamento, poderá encerrar a série numa chave de facto memorável – o que Príncipe Misterioso já passa bem perto de ser. Nem tudo é perfeito, claro. Num filme tão dominado por Gambon e Broadbent, os limites dramáticos de Daniel Radcliffe ficam, se possível, ainda mais evidentes. Mas isso, sim, já é notícia antiga."

 

Obrigado Oclumência!


Quarta-feira, 08 de Julho de 2009

Ocorreu ontem em São Paulo a primeira exibição de Harry Potter e o Príncipe Misterioso, sexto filme da série Harry Potter, para a imprensa. Agora o site Cine Players e o Pipoca Combo divulgaram seu parecer sobre o filme. 

 

O Cine Players é o primeiro a divulgar uma crítica completa, e não apenas primeiras impressões; de acordo com eles, este é sem dúvida o melhor filme da série, destacando a fotografia do filme, efeitos e as mudanças nos personagens, dizendo, ao contrário das outras críticas, que o romance serve como uma perfeita quebra para o clima sufocante e tenso do filme. O site dá nota 8.5/10 para o filme.

 "Depois de comandar o quinto filme da série, Yates retorna mais maduro. Constrói o necessário clima sombrio e sufoca o espectador sempre que julga importante fazer com que o público se sinta mais próximo dos personagens. Assim, utiliza planos mais fechados, câmara vibrante quando esse recurso se mostra cabível, além de imprimir certa irriquietação em algumas cenas, fazendo a lente funcionar como o olhar perdido de quem sente o perigo próximo, mas sem saber onde ele se encontra. Yates mostra-se confiante nas suas escolhas, o que resulta num óptimo trabalho de direcção. Soma-se a isso o bom serviço que desempenhou na direcção dos actores, que mostram grande entrosamento e apresentam a melhor performance de todos os seis filmes.

Entre as qualidades de o Príncipe Misterioso também estão a charmosa direcção de arte e o figurino clássico nada exagerado de Jany Temime. Parecem palpites certos para o próximo Óscar, assim como os efeitos visuais. Alan Rickman, interpretando Snape com o cinismo de sempre, mais uma vez compõe a sua personagem com exímia perfeição. E Jim Broadbent, intérprete do professor de poções Horace Slughorn, brilha em cena. O seu personagem, a cada sequência, cresce em importância e Broadbent incorpora o espírito assustado e amedrontado de uma pessoa experiente e que sabe de coisas com as quais não consegue conviver em paz. Se o ano continuar fraco, quem sabe não sobre uma vaga entre os coadjuvantes na temporada da premiação.

Harry Potter e o Príncipe Misterioso é o melhor da série. A história ficou muito mais atraente e a equipa do filme desenvolveu um trabalho impecável em muitos aspectos. Se os fãs provavelmente saberão reconhecer essas qualidades, não parece improvável que o sexto filme da saga receba também um sempre bem-vindo retorno positivo da ainda distante temporada de prémios."

 

Já o Pipoca Combo, embora fale pouco deixa bem claro que o filme satisfará aos fãs. Entretanto, a sua crítica completa será divulgada apenas no dia 09/07, na próxima quinta-feira:

"O que mais se destaca nesta nova aventura é que todo o clima de Hogwarts está presente no filme, coisa que não víamos há algum tempo, além de termos toda a história desenrolando-se num ritmo agradável. Dentre as cenas mais espetaculares está a (desta vez) emocionante sequência de quiddicth na neve, para além das divertidas aulas do currículo escolar (atenção para as boas cenas com Slughorn em aula).

Diversão, aventura, comédia, romance e uma emocionante cena final, de fazer qualquer um encher os olhos de água, é o que você encontra na sexta película de Harry Potter."

 

Obrigado Oclumência!



Omolete: (...)a primeira coisa que preciso de dizer é que mais uma vez é incerto prever o que os fãs vão achar da adaptação. Muita coisa das mais de 600 páginas originais ficou de fora e personagens foram cortados ou diminuídos para caber nas 2h30 do filme.
Porém, o que sobra é uma história “concisa” (sim, entre aspas, pois ainda assim são 150 minutos de filme - 150 minutos bem rápidos, diga-se), que consegue passar para quem não leu os livros os caminhos que a saga está a tomar agora que está quase no seu fim.
Harry (Daniel Radcliffe), mais do que nunca, está a aceitar o seu papel de protagonista nessa história e tem ao seu lado Dumbledore (Michael Gambon) para guiá-lo e até mesmo tê-lo como principal aliado na luta do Director de Hogwarts contra o Senhor das Trevas e os seus Devoradores da Morte, que acabam de recrutar um poderoso aliado dentro de Hogwarts. Ou deveria dizer dois?
Uma das grandes novidades entre o corpo docente da escola é que Severus Snape (Alan Rickman) finalmente consegue o cargo de professor de Defesa Contra as Artes das Trevas, sendo substituído nas aulas de Poção por Horace Slughorn, um antigo professor que é recrutado pessoalmente por Dumbledore e Harry Potter.
O dia-a-dia na escola também tem as suas novidades. E, sim, estou a falar do romance entre Harry e uma certa menina que sempre foi apaixonada por ele, ou então entre aquele outro casal que tu já deves imaginar. Que as hormonas estão cada vez mais à flor da pele em Hogwarts, tu já sabias há que tempos. Mas agora, beijos e abraços são agora parte importante da trama, tanto quanto as aventuras de outros dias. Faz parte do amadurecimento dos personagens. Ah e Ron (Rupert Grint) finalmente entra paraa equipa de Quidditch de Gryffindor… e salva o dia!
E como falar mais da história neste ponto é ridículo para quem já leu os livros e pode trazer spoilers para os que estão a acompanhar apenas pelos filmes, vale confirmar o que está toda a gente a dizer: este é, sim, o filme mais sombrio da série até aqui. Gigantes nuvens negras fecham de vez o tempo de Londres e depois conseguem tapar o sol da Escola de Magia e Feitiçaria inglesa, onde algo jamais imaginado no início de toda a história vai acontecer.

 

Obrigado PotterNews!



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